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Não dou o jogo por jogado, destino decidido, sorte lançada, falta a última e decisiva cartada que será dada no próximo final de semana. Como todo pensamento não amadurecido, não sopesado, não ponderado, esse de que recai(rá) sobre a parcela da população menos esclarecida a responsabilidade pela provável vitória do candidato idem é falha.
No jogo democrático o todo não é divisível; uma vez eleito, o candidato passa a representar o ideal da maioria. Não é necessário usar nenhum método divinatório para saber que o candidato líder nas preferência tem votação em todas as classes sociais, em todos os segmentos dos diversos níveis de formação cultural do país. Não é o meu candidato, acho que fez um enorme mal para o país nesse mandato e, se reeleito, ainda fará mal maior, mas sou obrigado a aceitar democraticamente qualquer resultado manifestado pelas urnas. Ou, como disse num post anterior, "picar a mula daqui". |
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